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A Marta

A ideia de criar retratos ilustrados nasceu com a Marta. A Marta é uma miúda fixe e linda de morrer. É uma miúda real, mas eu costumo dizer, com todo o respeito pelos pais dela, que se a Marta não tivesse nascido, teria sido, literalmente, inventada por mim. Porque eu iria, sem dúvida, desenhar a Marta algum dia.

O pai da Marta, que é assim um "pai-urso-barbudo-tatuado-motard" (e, que, como devem calcular com esta descrição, eu também já desenhei, porque era impossível isso não acontecer e porque lhe quis agradecer uma gentileza que teve comigo), também é um fixe e tirou estas belíssimas fotografias ao retrato ilustrado da pequena.

Este retrato foi desenhado em tamanho A4, assim como o primeiro que vos mostrei, mas também podem optar pelo tamanho A3 (estou a trabalhar num desse tamanho neste momento).

Se para ilustrar a Marta me inspirei na frase "se não tivesses nascido, tinhas de ser inventada" (por mim, acrescente-se), para desenhar a Sofia, a outra menina, a frase encontei-a no Instagram da mãe, "a minha filha usa coroa e brinca com monstros".

É assim que nascem os retratos ilustrados, a partir das fotografias, mas também de frases que caracterizem os retratados.

P.S.: Se gostam de Fotografia, sigam o Instagram do "pai-urso-barbudo-tatuado-motard", porque vale bem a pena ;) - https://www.instagram.com/ncoliveira82/?hl=en

P.S.2: Atenção, quando digo "urso", digo-o com todo o carinho, no sentido de que é um pai presente e protector.

 

 

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Novidade... Das boas!

Outubro traz esta novidade boa... Não, não é um paperlovetoy, eu sei...
Então o que é?

Eu explico: antes de me apaixonar por paper toys, apaixonei-me pela Ilustração e andei muito tempo a procurar o meu estilo, a experimentar materiais, a falhar redondamente, a conseguir pequenas vitórias... No fundo, eu andava à minha procura dentro da Ilustração. Encontrei-me há pouco tempo, fiz uma pequenina festa dentro do peito e dei-me as boas-vindas. Esta ideia nova que hoje vos apresento fez parte dessa descoberta.

Ora bem, encontrada que estou, pelo menos por agora (sim, que é bem possível que me extravie outra vez qualquer dia...), decidi começar a retratar, quem a isso se dispuser, não só através dos paper toys, mas também com ilustrações. O meu primeiro pensamento foi fazer apenas retratos dos mais pequenotes, mas também já me sondaram para retratos de família, o que me parece muitíssimo bem!

A menina da ilustração que vêem na fotografia é uma sobrinha do coração e uma prenda há muito prometida.

Espero que gostem!

P.S.: O Natal está já aí... Não era uma prenda mesmo gira? ;)

P.S.2: Sim, a fotografia ainda foi tirada com o telemóvel... Mas recuso-me a adiar posts e novidades por causa disso.

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Um novo Setembro, uma nova vida

regresso

Setembro é o meu mês favorito e recebo-o com muita alegria. Setembro traz-me sempre expectativas, novidades e, apesar disso, mais tranquilidade e paz.

Este ano, Setembro traz-me uma mudança de vida. Uma mudança que era desejada há algum tempo, mas que, por diversas razões (sendo o medo a maior delas todas) foi sendo adiada.

O PaperLoveBaby foi a grande motivação para esta reviravolta, foi o seu nascimento que me deu coragem e, sendo muito honesta comigo mesma, a verdadeira vontade para dar o salto.

Embora eu gostasse muito de trabalhar com os meus alunos, há anos que o meu desejo era dedicar-me ao meu lado mais artístico, há anos que eu suspirava por ter tempo, tempo a sério, para criar... Iniciei este projecto há três anos... Nunca celebrei o seu aniversário, porque nunca consegui parar para o fazer.

Desde que comecei a criar os PaperLoveToys, o trabalho passou a ocupar a maior parte do meu tempo: de dia, com os meus alunos, de noite com este mundo de papel. Com o nascimento do PaperLoveBaby, as noites de trabalho tornaram-se muito mais longas, porque eu começava a trabalhar muito mais tarde, só depois de o bebé adormecer. Comecei a dar por mim a desejar que ele adormecesse depressa, porque eu tinha de ir trabalhar. Comecei a sentir culpa por isso. Comecei a ter menos prazer no desenvolvimento deste projecto, porque o cansaço estava a conseguir vencer-me. Estava na altura de tomar uma decisão, de escolher um caminho.

Dormi (sem dormir) sobre o assunto, ponderei os prós e os contras, avancei e recuei imensas vezes, porém, no meu coração, o caminho estava escolhido. O caminho de uma vida mais calma, menos apressada; uma vida em que tenho tempo para estar com o meu filho e com o pai dele sem pensar no trabalho que está à espera; uma vida com fins-de-semana, pelo menos alguns; uma vida mais cheia de família e amigos. Uma vida em que eu me sinta respirar.

Claro que vou ter imenso trabalho, espero que sim! Não vai ser um mar de rosas, não vai ser sempre bom. Vai haver muito suor e muitas lágrimas, com certeza, à boa maneira portuguesa. Sei, no entanto, que com a minha resiliência, o meu empenho e o apoio das minhas pessoas serei bem sucedida.

Continuarei a poder estar com os meus alunos, contudo a fazer o que mais gosto, Arte! Terei outra actividade, que me fará muito feliz (depois conto...) e dedicar-me-ei a este projecto de papel que me tem trazido tanta alegria!

Podem contar com paper toys cada vez mais bonitos, com ideias novas que poderei, finalmente, pôr em prática e com muita imaginação! Venham daí os vossos desejos!

 

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1 ano de PaperLoveBaby

(Sim, é verdade, este post está atrasado, mas, como se costuma dizer "mais vale tarde que nunca".)

O PaperLoveBaby fez um ano! Um ano!

E que ano fantástico, de amor, de aprendizagem, de crescimento!

Haveria muito para escrever sobre estes 12 meses que passaram a uma velocidade estonteante, mas este não é um blogue sobre maternidade ;) é um blogue sobre os PaperLoveToys e, por isso, é isso que vos vou mostrar...

Para o bolo do D. desenhei uma teepee e um totem, porque ele é um pequeno índio e, confesso, é um mundo que sempre me fascinou. Para além de não ter muito jeito para fazer bolos, o tempo tem sido mesmo muito limitado (mudanças vêm a caminho, escreverei mais tarde sobre isso...), por isso contei com a ajuda do Cantinho dos Meus Bolos, onde pude escolher um bolo sem lacticínios e sem ovos, para o bebé poder comer, com uma decoração muito simples, mas completamente ao encontro do que eu pedi. Obrigada!

Ah, mas pensámos que ias desenhar um PaperLovebaby para pôr no bolo... Eu sei, eu sei, mas quis experimentar fazer algo diferente, exactamente por ser para o bolo, e fiquei muito contente com o resultado :D

A nossa festa foi pequenina, só com os avós (no dia seguinte ao do aniversário, porque o pai teve de ir trabalhar) e muito simples. Os avós ajudaram a fazer o almoço, porque aqui a mãe achou que conseguia cozinhar a tempo para mais do que duas pessoas e afinal não tem estaleca (não, fazer almoçaradas cá em casa não é mesmo o meu forte...) e os parabéns foram cantados mais baixinho, porque o paperLoveBaby não estava a perceber muito bem o que se estava a passar. Nesta idade, a festa é mais para os adultos...

Como não consegui enfeitar mais a sala dentro do imaginário índio, o topo de bolo foi mesmo o nosso elemento temático - dá para fazer paper toys tão, mas tão giros, é só pôr a imaginação a funcionar!

Espero que gostem, que se inspirem e que pensem aqui na "je" para fazer os topos de bolo (ou outros enfeites) das vossas festas!

Nota: os tios fotógrafos estavam a trabalhar, a nossa máquina está avariada, portanto as fotografias são do mais caseiro possível, tiradas com o telemóvel... Muito intimista, vá ;)

BoloPaperLovebaby
BoloPaperLoveBaby1

 

 

 

 

 

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Se alguém te oferecer paper toys... É amor.

Partilhar uma paixão com os outros, deixar que eles entrem no nosso mundo, é abrir portas a tudo o que queiram partilhar connosco, é deixarmo-nos surpreender com os actos de amor que podem nascer dessa paixão que partilhámos.

A minha irmã tem lugar cativo neste mundo de papel em que eu escolhi viver e é alguém que me incentiva constantemente a continuar. Desta vez, fez mais do que isso; desta vez, a minha irmã trouxe-nos paper toys feitos por ela, pelas suas mãos. O móbil que podem ver nas fotografias foi carinhosamente montado para o PaperLoveBaby, por uma tia babada e dedicada, por uma tia magnífica.

Ficámos maravilhados e muito felizes! Fazer cada balão implicou dedicação, tempo (mais do que um bocadinho), cuidado, conhecimento (as cores foram escolhidas antes de eu escolher os tons do quarto do bebé), carinho. Amor. Muita gratidão da nossa parte.

Criar algo com as nossas mãos, pensá-lo e fazê-lo para oferecer a alguém é uma das melhores formas de demonstrar que gostamos dessa pessoa, por isso, se alguém vos oferecer um paper toy... É amor, sim.

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